A prática da fotografia contemplativa em São Paulo: palestra e oficina em maio. Saiba mais… 
The practice of contemplative photography in São Paulo: talk and workshop in May. Learn more…

A prática da fotografia contemplativa em São Paulo: palestra e oficina em maio. Saiba mais… 

The practice of contemplative photography in São Paulo: talk and workshop in May. Learn more

“Se uma pedra pesada atinge o vidro, o vidro se quebra. Esse é o curso da natureza. Mas se a habilidade de um artista para atuar como mediador é pequena, haverá mais para ser visto do que um acidente físico trivial. Em seguida, se o resultado se conforma muito proximamente à intenção do artista, o resultado será monótono. Também será desprovido de interesse se a mediação do artista for casual. Algo precisa surgir da relação de tensão representada pelo artista, pelo vidro e pela pedra. Somente quando uma fissura surge da permeação entrecruzada dos três elementos nessa relação triangular é que, pela primeira vez, o vidro se torna um objeto de arte.” (Lee Ufan)
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(via D/A Blogs)
“Se uma pedra pesada atinge o vidro, o vidro se quebra. Esse é o curso da natureza. Mas se a habilidade de um artista para atuar como mediador é pequena, haverá mais para ser visto do que um acidente físico trivial. Em seguida, se o resultado se conforma muito proximamente à intenção do artista, o resultado será monótono. Também será desprovido de interesse se a mediação do artista for casual. Algo precisa surgir da relação de tensão representada pelo artista, pelo vidro e pela pedra. Somente quando uma fissura surge da permeação entrecruzada dos três elementos nessa relação triangular é que, pela primeira vez, o vidro se torna um objeto de arte.” (Lee Ufan)

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“If a heavy stone happens to hit glass, the glass breaks. That happens as a matter of course. But if an artist’s ability to act as a mediator is weak, there will be more to see than a trivial physical accident. Then again, if the breakage conforms too closely to the intention of the artist, the result will be dull. It will also be devoid of interest if the mediation of the artist is haphazard. Something has to come out of the relationship of tension represented by the artist, the glass, and the stone. It is only when a fissure results from the cross-permeation of the three elements in this triangular relationship that, for the first time, the glass becomes an object of art.” (Lee Ufan)
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“If a heavy stone happens to hit glass, the glass breaks. That happens as a matter of course. But if an artist’s ability to act as a mediator is weak, there will be more to see than a trivial physical accident. Then again, if the breakage conforms too closely to the intention of the artist, the result will be dull. It will also be devoid of interest if the mediation of the artist is haphazard. Something has to come out of the relationship of tension represented by the artist, the glass, and the stone. It is only when a fissure results from the cross-permeation of the three elements in this triangular relationship that, for the first time, the glass becomes an object of art.” (Lee Ufan)

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Gary Snyder. Foto: Allen Ginsberg. © Allen Ginsberg Estate
“Apesar do elegante e algo decadente ideal da Simplicidade Zen, o estardalhaço, a novidade e a vulgaridade entusiasmada também são completamente reais. Olhos arregalados, línguas para fora, entradas arrebatadoras, palmas e uivos — todos fazem parte da tradição da prática. E nunca haverá — é o que devotamente se espera — um estilo final e exclusivo de budismo. Continuo buscando poemas que veem o momento, que brincam livremente com o que é dado, […] apreciando que tanto possa ser feito neste precioso planeta do samsara.” (Gary Snyder)
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Gary Snyder. Foto: Allen Ginsberg. © Allen Ginsberg Estate

“Apesar do elegante e algo decadente ideal da Simplicidade Zen, o estardalhaço, a novidade e a vulgaridade entusiasmada também são completamente reais. Olhos arregalados, línguas para fora, entradas arrebatadoras, palmas e uivos — todos fazem parte da tradição da prática. E nunca haverá — é o que devotamente se espera — um estilo final e exclusivo de budismo. Continuo buscando poemas que veem o momento, que brincam livremente com o que é dado, […] apreciando que tanto possa ser feito neste precioso planeta do samsara.” (Gary Snyder)

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Gary Snyder. Photo: Allen Ginsberg. © Allen Ginsberg Estate
“In spite of the elegant and somewhat decadent Plain Zen ideal, gaudiness and novelty and enthusiastic vulgarity are also fully real. Bulging eyeballs, big lolling tongues, stomping feet, cackles and howls— all are there in the tradition of practice. And there will never be—one devoutly hopes—one final and exclusive style of Buddhism. I keep looking for poems that see the moment, that play freely with what’s given, […] appreciating that so much can be done on this precious planet of samsara.” (Gary Snyder)
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Gary Snyder. Photo: Allen Ginsberg. © Allen Ginsberg Estate

“In spite of the elegant and somewhat decadent Plain Zen ideal, gaudiness and novelty and enthusiastic vulgarity are also fully real. Bulging eyeballs, big lolling tongues, stomping feet, cackles and howls— all are there in the tradition of practice. And there will never be—one devoutly hopes—one final and exclusive style of Buddhism. I keep looking for poems that see the moment, that play freely with what’s given, […] appreciating that so much can be done on this precious planet of samsara.” (Gary Snyder)

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“Se não temos a disposição de arriscar, renunciar a nossos privilégios e assumir responsabilidade, é pouco provável que nos ocorra suplicar por uma visão, e muito menos que recebamos uma. Por sua vez, se temos essa disposição, já possuímos uma visão […] O que é visão? É a verdade do coração humano, que existe em um agora fora do tempo e que nunca pode ser descoberto pela esperança e pelo medo.” (Bill Scheffel)
(via D/A Blogs)
“Se não temos a disposição de arriscar, renunciar a nossos privilégios e assumir responsabilidade, é pouco provável que nos ocorra suplicar por uma visão, e muito menos que recebamos uma. Por sua vez, se temos essa disposição, já possuímos uma visão […] O que é visão? É a verdade do coração humano, que existe em um agora fora do tempo e que nunca pode ser descoberto pela esperança e pelo medo.” (Bill Scheffel)

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“If we are unwilling to simply risk, renounce our privileges and assume responsibility it is unlikely it would occur to us to supplicate for a vision, much less receive one. Conversely, if we do have this willingness, we already have a vision […]. What is vision? It is the truth of the human heart, which exists in nowness outside of time and can never be discovered through hope and fear.” (Bill Scheffel)
(via D/A Blogs)
“If we are unwilling to simply risk, renounce our privileges and assume responsibility it is unlikely it would occur to us to supplicate for a vision, much less receive one. Conversely, if we do have this willingness, we already have a vision […]. What is vision? It is the truth of the human heart, which exists in nowness outside of time and can never be discovered through hope and fear.” (Bill Scheffel)

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Momento de consciência

Foto: © James Wainwright

Carlos A. Inada / São Paulo

Como alguns de vocês sabem, em junho Yongey Mingyur Rinpoche, líder da Comunidade de Meditação Tergar e autor de livros como A alegria de viver, deixou seu retiro em Bodhgaya, Índia, sem dinheiro e apenas com a roupa do corpo, e sem dizer para onde ia.

Antes de iniciar aquele retiro, ele deixou um carta, e gostaria de compartilhar o trecho abaixo, no contexto de nossa discussão sobre atenção plena e consciência panorâmica — e sobre o papel da consciência panorâmica e da apreciação em dharma/arte, e na vida.

Faça seus comentários!

Gostaria de dar um pequeno conselho para que vocês o conservem em seu coração. Talvez vocês já tenham me ouvido dizer isso antes, mas é o ponto central de todo o caminho, então merece ser repetido: tudo o que estamos buscando na vida — toda a felicidade, contentamento e uma mente em paz — está exatamente aqui, no momento presente. O único problema é que somos tão capturados pelos altos e baixos da vida que não nos damos um momento para notar o que já temos.

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Moment of awareness

Photo: © James Wainwright

By Carlos A. Inada / From São Paulo

As some of you may know, last June Yongey Mingyur Rinpoche, leader of Tergar Meditation Community and author of The Joy of Living and Joyful Wisdom, left his retreat in Bodhgaya, India, with no money or clothes except what he was wearing and without telling where he was going.

Before entering that retreat, he had left a letter, and I’d like to share an excerpt of it in the context of our discussion on mindfulness and awareness — and the role of awareness and appreciation in dharma art, and in life.

Please share your thoughts!

I would like to give you one small piece of advice to keep in your heart. You may have heard me say this before, but it is the key point of the entire path, so it bears repeating: All that we are looking for in life — all the happiness, contentment, and peace of mind — is right here in the present moment. Our very own awareness is itself fundamentally pure and good. The only problem is that we get so caught up in the ups and downs of life that we don’t take the time to pause and notice what we already have.

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Transferindo nosso site: agradecimentos e recomendações

Marcos Calatroni, acrílico sobre papel (2010)

Carlos A. Inada / São Paulo

Possivelmente alguns de vocês vêm acompanhando as mudanças em nosso site principal. Alguns meses atrás começamos a ter problemas recorrentes na hospedagem anterior do site, e decidimos que era o momento de mudar.

Ao longo da história de Dharma/Arte, tivemos 3 sites: o primeiro, nosso primeiro site institucional, foi criado por um web designer; o segundo também criado por um designer profissional, e foi o site para os eventos com Meredith Monk, que organizamos em 2008 (você pode ver o site aqui); o terceiro é nosso site atual, desenvolvido por nós próprios em Dharma/Arte, usando o tema para Wordpress do artista Steve Lambert.

Mas em Dharma/Arte não somos designers, e muito menos desenvolvedores. Algumas vezes é um desafio e um aprendizado manter nosso site rápido e atraente para nossos leitores — e gostaria de agradecer àqueles que nos ajudaram recentemente, e recomendar a todos os seus serviços.

Primeiro, gostaria de agradecer a Joe, da UNIXy — uma empresa que fornece servidores para Internet com tecnologias avançadas de cache. Joe ajudou-nos durante nossos testes em um servidor privado virtual (VPS). Não sabemos nada sobre servidores, e Joe generosamente ofereceu sua ajuda, ainda que não fôssemos clientes de sua empresa. Graças a seus serviços conseguimos configurar o servidor e testar nosso site. Admiro muito sua disposição para ajudar, e também sua paixão por alternativas de código aberto (para quem quiser saber: Varnish e Nginx). Se você procura alternativas de hospedagem com soluções de código aberto e tecnologias avançadas de cache, vale a pena visitar o site da UNIXy.

Mas após alguns testes percebemos que administrar um servidor exigiria mais tempo do que temos disponível, e então ficamos sabendo da MediaLayer, empresa que oferece alternativas otimizadas de hospedagem, muito mais rápidas que hospedagens tradicionais, sem exigir os recursos de um servidor virtual ou dedicado.

Tudo parecia perfeito, mas logo descobrimos que nosso site não funcionava nesse novo ambiente. No entanto, Gurpreet Virdi, fundador da MediaLayer, e sua equipe foram além do que era sua obrigação e descobriram (e solucionaram) a causa da incompatibilidade inicial. Mais uma vez, agradeço a Gurpreet e recomendo os serviços da MediaLayer, que hospeda nosso site principal atualmente.

Tendo terminado esse processo, agora podemos voltar ao que deveríamos fazer em Dharma/Arte — e esperamos que gostem das próximas atualizações de D/A Magazine e de nossos blogs. E, se estiver procurando boas alternativas de hospedagem de sites, recomendamos tanto a UNIXy como a MediaLayer, que oferecem soluções alternativas para problemas semelhantes, e certamente uma delas o atenderá bem. A disposição de servir dos responsáveis por essas empresas é certamente um diferencial compensador.

Obrigado — e se você também se inspirar para colaborar com Dharma/Arte, será muito bem-vindo(a)!

Moving our site: our thanks and recommendations

Marcos Calatroni, acrylic on paper (2010)

By Carlos A. Inada / From São Paulo

Some of you possibly know we’ve been making changes on our main website. Some months ago we started having recurring problems with our previous web hosting provider, and decided it was time to move.

Along the history of Dharma/Arte, we’ve had 3 websites: the first one was our first institutional site, created by a web designer; the second, also created by a professional web designer, was a site for the events with Meredith Monk, organized by Dharma/Arte in 2008 (you can see it here) (Portuguese only); the third one is our current site, made by us at Dharma/Arte, using a Wordpress theme by artist Steve Lambert.

But at Dharma/Arte we’re not designers, and we’re not developers. Sometimes it’s been a challenge and a learning process trying to keep our site fast and attractive for our readers — and I’d like to thank and recommend the services of those who have helped us recently.

First, I’d like to thank Joe, from UNIXy — a company providing web servers with advanced caching technologies. Joe has helped us during our tests in a virtual private server. We know nothing about servers, and Joe generously has offered his help (even though we were not his clients). Thanks to his services we were able to configure our server and run our site on it. We liked very much his willingness to help, and also his passion for open sources alternatives (for those who wish to know: Varnish and Nginx). If you’re looking for web hosting using open source alternatives and advanced caching, you should learn more about UNIXy.

But eventually we’ve realized that running a server required more time than we could afford, and we’ve learned about MediaLayer, a hosting company that is able to offer faster and optimized alternatives, compared to the traditional hosting setup, without demanding the resources of a virtual or dedicated server. 

Everything seemed too good, but initially our site didn’t work in this new environment. However, Gurpreet Virdi, the company’s founder, and his team went beyond what they were supposed to offer and found out what was causing the incompatibility. Again, I’d like to thank Gurpreet and recommend the services of MediaLayer, which hosts our main site now.

Having finished this process, we’re now able to do what we’re supposed to do at Dharma/Arte — and hope you all enjoy the next updates of D/A Magazine and of our blogs. And if you’re looking for good web hosting alternatives, we recommend both UNIXy and MediaLayer, which offer alternative solutions for similar problems, and certainly one of them will fit your needs. Their owners’ willingness to be of service is definitely a plus.

Thanks again! And if you want to collaborate with Dharma/Arte, you’ll be more than welcome.