Make capitalism work for me!

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By Carlos A. Inada / From São Paulo

Steve Lambert is an American artist — and Dharma/Arte’s readers are familiar with one of his works in another branch of his activities: he’s the creator of the template we use on our main website, which some of you love.

I like very much how Wordpress works, based on the sometimes anonymous works of developers who seem to seldom receive some recognition for their works. Recently we’ve made some changes to our website, and as we couldn’t afford hiring someone for this, I had to do it myself — and I have received some unexpected support from these same anonymous developers. For example, the developer of one of the plugins used on our site has not only replied to my questions, but has made an adaptation of his plugin, so that it could work on our site.

But let’s return to Steve. He’s an artist, and technology and the Internet have a major role in his works. I like his dedication, his wry sense of humour, and the overall concept underlying his work as an artist — and the project he’s currently working on.

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Caminhos do esquecimento

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Repository, 24/5/2011. De Second Cousins. Foto: Jason Lucas

Jason Lucas / Chillicothe, Ohio

Recentemente cheguei ao fim de uma atribulada agenda de exposições, com a recepção de abertura de Second Cousins, uma exposição coletiva na Gallery 842 da Marshall University, organizada por Jamie Miller. No total, participei de cinco exposições neste verão, incluindo Second Cousins e Destructive Criticism, organizada por Christopher Lusher e Yasmine Ganley

As duas seleções de fotos que mostrei em Second Cousins e Destructive Criticism fazem parte de meu trabalho mais característico, que sempre tenho um pouco de dificuldade para descrever. Quando sou pressionado, digo que nesses dois grupos de fotos estou fazendo perguntas sobre a percepção, a consciência e o sentido de lugar, em uma tentativa de mostrar as maneiras pelas quais o “invisível” ainda tem voz e sentido — mesmo se, como uma cultura, paramos de prestar atenção.

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Ways of forgetting

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Repository, 24/5/2011. From Second Cousins. Photo: Jason Lucas

By Jason Lucas / From Chillicothe, Ohio

I recently wrapped up a busy summer exhibition schedule with the opening reception for Second Cousins, a group exhibition at Marshall University’s Gallery 842, put together by Jamie Miller. All told, I participated in five exhibitions this summer, including Second Cousins and Destructive Criticism, which was put together by Christopher Lusher and Yasmine Ganley

The two groups of photos I showed in Second Cousins and Destructive Criticism were from my primary body of work, which I always have a little trouble describing. If pressed, I’d say that in these two groups of photos, I’m asking questions about perception, consciousness, and sense of place, in an attempt to show the ways in which the “invisible” still speaks and has meaning — even if, as a culture, we’ve stopped paying attention.

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“Art in everyday life”, photos by Alice Haspray

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Photo: Alice Haspray

Photos presented by Alice Haspray during her talk “Art in everyday life”, in Santiago, Chile.

Join us in “Art and everyday life”, D/A Online Encounter with Alice Haspray, on July 24. Read more…

“Arte na vida cotidiana”, fotos de Alice Haspray

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Foto: Alice Haspray

Fotos apresentadas por Alice Haspray na palestra “Arte na vida cotidiana”, em Santiago, Chile.

Participe de “Arte e vida cotidiana”, Encontro D/A Online com Alice Haspray no dia 24 de julho. Leia mais…

A questão da magia

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Journey without Goal [Jornada sem meta], de Chögyam Trungpa

Carlos A. Inada / São Paulo

Journey without Goal é um dos livros incluídos em nossa lista de livros recomendados, e baseia-se em uma série de palestras dadas por Chögyam Trungpa no Naropa Institute (atualmente, Naropa University) em 1974. A cada semana o site Chronicles of Chögyam Trungpa Rinpoche está publicando o vídeo de uma dessas palestras. 

O vídeo desta semana é sobre “A questão da magia”

[…] No Ocidente, frequentemente abordamos a espiritualidade com uma mentalidade de história em quadrinhos, e vemos a disciplina espiritual como um processo através do qual nos tornamos mágicos. Sentimos que, embora possamos ter alguns poucos problemas como iniciantes, quando nos tornarmos pessoas altamente realizadas, não teremos esses problemas. Seremos capazes de livrar-nos deles e fazer tudo o que quisermos. Esse é o conceito simplista de prática espiritual e o conceito simplista de magia: uma vez que nos tornarmos pessoas realizadas, seremos capazes de fazer qualquer coisa. Seremos capazes de sacudir o universo, mudar a forma das pulgas e os hábitos dos camundongos, transformar tigres em gatos e gatos em tigres.

A experiência mística genuína, de acordo tanto com a tradição judaico-cristã como com a tradição budista, não tem nada a ver com esse tipo de mistério. Não se trata de o mistério afinal se manifestar, e então compreendermos que a espiritualidade tem algum valor: “Agora não precisamos usar elevadores; podemos simplesmente levitar”. Essa é a derradeira ideia de automação, o verdadeiro sonho americano. Desse ponto de vista, o mundo é um incômodo; é problemático; ele atrapalha nosso caminho. Então temos a esperança de que poderemos mudar seu curso uma vez que nos graduarmos em um nível superior. Obviamente, há um problema nessa abordagem da espiritualidade.

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The question of magic

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Journey without Goal, by Chögyam Trungpa

By Carlos A. Inada / From São Paulo

Journey without Goal, included in our list of suggested readings, is based on a series of talks given by Chögyam Trungpa at Naropa Institute (now Naropa University) in 1974. Each week the Chronicles of Chögyam Trungpa Rinpoche website is publishing a video with one of these talks. 

This week’s video is about “The Question of Magic”

[…] In the West, we often treat spirituality with that comic-book approach, and we view spiritual discipline as the process through which we will eventually end up as magicians. We feel that, although we may have a few little problems as beginners, when we become highly accomplished persons, we won’t have these problems. We will be able to shake them off and do anything we want. That is the simple-minded concept of spiritual practice and the simple-minded concept of magic: that once we are accomplished persons we will be able to do anything. We will be able to shake the universe, to change the shape of fleas and the habits of mice, to turn tigers into cats and cats into tigers.

Genuine mystical experience, according to either the Judeo-Christian tradition or the Buddhist tradition, has nothing to do with that kind of mysteriousness. It is not that the mysteriousness finally manifests, and then we realize that spirituality has some value after all: “Now we don’t need to ride elevators; we can just levitate.” That is the ultimate idea of automation, the true American dream. From that point of view, the world is a nuisance; it is problematic; it gets in our way. So we hope we can change its course once we graduate to a higher level. Obviously, there is a problem with that approach to spirituality.

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Space awareness

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Photo: Nina Maria Mudita

By Carlos A. Inada / From São Paulo

One of our next online programs will be an introduction to “Mudra Space Awareness”, with Lee Worley.

Our habitual psychosomatic relationship to our bodies limits us to concepts about awareness rather than letting us directly experience it. The core principle of Mudra Space Awareness is to use the laboratory of the body to explore our potential to operate beyond the confines of conceptual mind, opening up channels for awareness to flow more freely. This development of direct experience strengthens “presence” and body/mind synchronization, uncovering fundamental confidence that goes beyond reference points and letting us return to a playful space of spontaneity. Mudra Space Awareness training is appropriate for just about every situation of our life. 

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Consciência do espaço

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Foto: Nina Maria Mudita

Carlos A. Inada / São Paulo

Um de nossos próximos encontros online será uma introdução a “Mudra: Consciência do Espaço”, com Lee Worley.

Nossa relação psicossomática habitual com o corpo nos limita a conceitos sobre a consciência, em vez de permitir que tenhamos uma experiência direta dela. O princípio central em Mudra: Consciência do Espaço é usar o laboratório do corpo para explorar nosso potencial para operar além dos limites da mente conceitual, abrindo canais para que a consciência possa fluir mais livremente. O desenvolvimento da experiência direta fortalece a “presença” e a sincronização corpo/mente, revelando uma confiança fundamental que vai além de pontos de referência e nos traz de volta a um espaço lúdico de espontaneidade. Mudra: Consciência do Espaço é um treinamento apropriado a todas as situações da vida. 

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Com uma única voz

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With One Voice [Com uma única voz], filme de Eric Temple

Forrest Loder / Portland, OR

O filme With One Voice [Com uma única voz] é uma minuciosa exploração da essência, da trama que une as tradições religiosas do mundo. No coração das diversas tradições está a fonte da experiência mística. A experiência direta e não conceitual é a espinha dorsal do filme. With one voice apresenta entrevistas com praticantes de um amplo espectro de tradições.

O mitologista junguiano Joseph Campbell apontava com frequência os dois principais aspectos das tradições espirituais do mundo. Primeiro, vemos essas tradições como elas surgem em lugares e épocas específicos. Essa manifestação relativa dá a elas diferentes formas externas, que as tornam distintas uma da outra. Ao mesmo tempo, em seu coração elas compartilham uma natureza que é universal e essencial. Esses dois aspectos operam juntos. As formas externas servem como treliça para que a videira viva da vida mística possa crescer. Essa videira essencial é o que interessa ao místico. 

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With one voice

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With One Voice, film by Eric Temple

By Forrest Loder / From Portland, OR

The film With One Voice is a thorough exploration of the unifying thread and essence of the world’s religious traditions. At the heart of the world’s diverse traditions lies the fountainhead of mystical experience. This direct and non-conceptual experience is the backbone of the film. With One Voice presents interviews with practitioners from a broad spectrum of traditions.

The Jungian mythologist Joseph Campbell would often point out two major aspects of the world’s spiritual traditions. First of all, we see these traditions as they appear in specific places and times. This relative manifestation gives them their different external forms, which make them distinct from each other. At the same time, at their core they have a shared universal, essential nature. These two aspects work together. The external forms serve as a trellis for the living vine of mystical life to grow. This essential vine is the concern of the world’s mystics. 

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Em nome da natureza

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Foto: Henrique Raucci

Carlos A. Inada / São Paulo

Frederieke S. Taylor, presidente da House Foundation for the Arts, de Meredith Monk, enviou recentemente uma carta aos admiradores do trabalho de Meredith Monk:

Neste mês de julho, Meredith iniciará um período sabático criativo de seis meses, durante o qual ela terá seu primeiro descanso em quase 50 anos de atividades ininterruptas, criando, ensinando, atuando e compartilhando seu trabalho com plateias do mundo todo.

Este sabático criativo permitirá que Meredith viaje para o Novo México, para Dharamsala, para a Índia e o Butão. O foco desse sabático é duplo; oferecer a Meredith uma oportunidade de obter inspiração em regiões do mundo intimamente ligadas à prática espiritual, e permitir que ela reflita sobre a situação do meio ambiente no mundo todo. Um resultado desse sabático terá a forma de um trabalho inteiramente novo, que estreará no outono de 2012, com o título provisório de Em nome da natureza [On Behalf of Nature].

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On behalf of nature

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Photo: Henrique Raucci

By Carlos A. Inada / From São Paulo

Frederieke S. Taylor, Chair of Meredith Monk’s The House Foundation for the Arts, has recently sent a letter to the admirers of Meredith Monk’s work:

This July, Meredith will begin a six-month creative sabbatical, where she will recharge for the first time in almost 50 years of non-stop creating, teaching, performing and sharing her work with audiences worldwide.

This creative sabbatical will allow Meredith to travel to New Mexico, Dharamsala, India and Bhutan. The focus of the sabbatical is two-fold; to give Meredith an opportunity to gain inspiration from areas of the world intimately connected to spiritual practice and to allow her to reflect on the plight of our global environment. One result of the sabbatical will find its form in a new, full-length work that will premier in the fall of 2012, tentatively titled On Behalf of Nature.

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Sobre ver com clareza

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André Kertész, Dia chuvoso, Tóquio, 1968. Impressão em prata coloidal, 24,7 x 13,7 cm; 50,8 x 40,6 cm. The J. Paul Getty Museum, Los Angeles

Carlos A. Inada / São Paulo

Duas entrevistas (em inglês), com Andy Karr, coautor de The Practice of Contemplative Photography [A prática da fotografia contemplativa]: nesta primeira, Andy discute o que é “ver com clareza”, nossas projeções e confusão, e a importância de ver com clareza, na vida e na fotografia:

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On clear seeing

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André Kertész, Rainy Day, Tokyo, 1968. Gelatin silver print, 24,7 x 13,7 cm; 50,8 x 40,6 cm. The J. Paul Getty Museum, Los Angeles

By Carlos A. Inada / From São Paulo

Two short interviews with Andy Karr, co-author of The Practice of Contemplative Photography: the first one, on our projections and confusion, and the importance of clear seeing in life and in photography:

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